"Fiz asneira, mas não queria desiludir o Luís", admite mulher acusada de meter droga em Custóias

Telemóveis e droga eram içados por guarda de serviço na torre da Cadeia de Custóias
Foto: Amin Chaar
Uma mulher acusada de participar num esquema de introdução de telemóveis e droga na Cadeia de Custóias, em Matosinhos, admitiu, esta terça-feira, que "fez asneira". Estava dependente do namorado, que não queria desiludir, justificou-se perante o Tribunal de Matosinhos. Os outros três arguidos que compareceram em tribunal, um deles guarda prisional, ficaram em silêncio.
Segundo a acusação, "a troco do pagamento ou promessa de vantagens patrimoniais", o guarda com 48 anos e a alcunha de Brad Pitt, aceitou introduzir ou permitiu a introdução de telemóveis, cartões SIM, cabos e ainda, por uma vez, estupefaciente no estabelecimento prisional de Custóias onde exercia funções. Os produtos tinham como destino os arguidos reclusos para depois serem vendidos a terceiros.

