
Tanto o Ministério Público como Bárbara Guimarães pediram o afastamento da juíza
Nuno Pinto Fernandes/Global Imagens
O Tribunal da Relação de Lisboa rejeitou, esta quinta-feira, o pedido de afastamento da juíza Joana Ferrer Andrade do julgamento que opõe a apresentadora Bárbara Guimarães ao ex-marido e antigo ministro da Cultura António Maria Carrilho.
Segundo fonte daquele tribunal, a decisão da Relação de Lisboa de manter Joana Ferrer Andrade como juíza daquele caso relacionado com alegada violência doméstica foi tomada por maioria (2-1), tendo havido um voto de vencido.
A fonte precisou que os juízes desembargadores do TRL julgaram improcedente os pedidos de afastamento da juíza apresentados por Bárbara Guimarães e pelo Ministério Público, tendo os incidentes sido apreciados em conjunto.
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Em causa estavam as considerações feitas por Joana Ferrer na primeira sessão de julgamento, em fevereiro passado, quando a magistrada criticou em audiência a demora de Bárbara Guimarães em apresentar queixa contra Carrilho.
Na sequência disso, tanto o Ministério Público como Bárbara Guimarães pediram o afastamento da juíza, solicitando que fosse outra magistrada a julgar o caso.
