
Médico condenado era orientador das duas internas que fizeram cirurgia
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O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) condenou um médico formador, especialista em cirurgia geral, e absolveu duas médicas internas que, sob a orientação do primeiro, em vez de extraírem um nódulo benigno na região lombar de uma paciente a operaram à nádega.
Os três tinham sido absolvidos do crime de negligência em primeira instância e depois condenados na Relação do Porto a penas de multa e a indemnizar a vítima.
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