Naufrágio em Tróia: timoneiro acusado de ir para zona perigosa em troca de 200 euros

Mergulhadores da Polícia Marítima à procura dos corpos, após o naufrágio
Foto: Autoridade Marítima Nacional
O MP acusou de quatro crimes de homicídio negligente o timoneiro do barco que naufragou ao largo de Tróia e onde morreram pai, filho e dois irmãos. A investigação da Polícia Marítima responsabiliza Manuel Coelho: este não queria perder o dinheiro que tinha cobrado, 200 euros, e arriscou ir para uma zona perigosa.
E, de acordo com a investigação da Polícia Marítima, correu esse risco, estando ciente de que a sua embarcação de pesca desportiva ilegal não tinha sequer meios para dar o alerta em caso de naufrágio, o que sabia que podia acontecer e que, de facto, aconteceu poucos minutos depois de sair para o mar.

