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Padre e "freiras" condenados a prisão por escravizarem noviças poderão não cumprir cadeia
Leitura: 4 min

Padre Joaquim Milheiro e as "freiras" Arminda, Isabel e Joaquina (as últimas duas na foto) foram condenados por escravizar noviças
Foto: Miguel Pereira/Global Imagens
Condenados a penas entre 12 e 17 anos de prisão por escravidão de noviças em "convento" de Famalicão deverão ver crimes atenuados ou extintos.
Os nove crimes de escravidão pelos quais três “freiras” e um padre do “convento” de Requião, em Famalicão, foram condenados a penas de prisão entre 12 e 17 anos poderão vir a ser requalificados e atenuados pelo Tribunal da Relação de Guimarães para crimes cuja pena admite suspensão por não ultrapassar os cinco anos de cadeia.
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