
Suspeito de pornografia infantil agravada vai ficar em prisão preventiva
Foto: Arquivo
Um homem de 24 anos, suspeito de sete crimes de pornografia infantil, agravada, ficou em prisão preventiva por decisão do Tribunal de Instrução Criminal de Sintra. Fingia ser menor nas redes sociais e pedia às vítimas que lhe enviassem fotos ou vídeos nuas ou em atos sexuais para depois partilhar com outros.
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Pelo menos, desde 25 de agosto de 2023, o arguido "concebeu um plano que passava por iniciar e manter contactos, através de redes sociais, com raparigas menores, fazendo-se passar, na maioria das vezes, também por menor para convencer as vítimas a tirarem fotografias dos seus corpos desnudados, em poses e/ou em atos sexuais", refere uma nota do Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Sintra.
Segundo o DIAP, encontra-se fortemente indiciado que, para esse efeito, "o arguido criou contas numa rede social com dados que não correspondiam aos seus, estabeleceu conversações e, depois de ganhar a confiança das vítimas, recebeu vídeos e as fotografias de menores em atos de exibição sexual, que o mesmo guardou no seu telemóvel para posterior partilhar com terceiros".
O suspeito foi detido fora de flagrante delito e apresentado a primeiro interrogatório judicial no dia 12 de novembro. Ficou em prisão preventiva. O inquérito corre termos no DIAP do Núcleo de Sintra, com a coadjuvação da Policia Judiciária.

