
Mónica Silva estava grávida quando desapareceu
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Os recursos da absolvição, pelo Tribunal do Júri de Aveiro, do empresário Fernando Valente, no caso da grávida desaparecida da Murtosa, foram distribuídos ontem a três juízes desembargadores da Relação do Porto.
A distribuição eletrónica do processo determinou que Pedro Afonso Lucas será o relator do acórdão, sendo seus adjuntos Castela Rio e Paulo Costa.
No seu recurso, os procuradores do Ministério Público Paula Moreira e Raul Trancoso pediram que a Relação condene o arguido a 25 anos de prisão. Já os advogados António Falé de Carvalho e Marta Bessa Rodrigues, da família da vítima, requerem a repetição do julgamento em primeira instância, sem deixarem de defender a pena máxima.
Mónica Silva, de 33 anos, estava grávida de sete meses e nunca mais foi vista desde que saiu de casa, na noite de 3 de outubro de 2023, para se encontrar com Fernando Valente. Os advogados de defesa, André Fontes e Solange Jesus, pediram a absolvição do arguido, em resposta aos recursos.v Joaquim Gomes
