
Polícias foram afetos a outro serviços
Paulo Jorge Magalhães/Arquivo Global Imagens
A PSP confirmou esta quarta-feira a dissolução de uma Equipa de Intervenção Rápida (EIR) que estava escalada para participar na segurança do jogo entre o União de Leiria e o Sporting, no dia 7 de fevereiro, mas cujo efetivo composto por 18 agentes comunicou estar impossibilitado por motivos de saúde.
"O Comando da PSP de Coimbra, num processo de gestão interna de recursos, procedeu à reorganização das suas EIR, tendo alguns polícias sido afetados a outros serviços", informou a PSP num comunicado enviado às redações.
A decisão, acrescentou a Polícia, foi tomada "de forma a manter a normal atividade operacional do Comando Distrital de Coimbra e tendo em conta a necessidade de promover uma adequada gestão dos recursos policiais e o normal funcionamento das várias subunidades e serviços do Comando, bem como a garantia do interesse público e uma resposta pronta, rápida e flexível às ocorrências diárias, sem comprometer a saúde, o direito ao descanso e o bem-estar dos polícias."
Na nota, a Direção Nacional recorda que, "tendo em conta a situação não habitual de vários polícias terem apresentado baixa médica em simultâneo ou necessidade de deslocação ao hospital", o Comandante Distrital daquele Comando promoveu ainda "a abertura de processo de inquérito, visando apurar as circunstâncias do ocorrido."
No âmbito do jogo para a Taça de Portugal, o comandante distrital da PSP de Leiria tinha decretado "uma excecional mobilização de meios humanos", recusando dispensas e admitindo recrutamento de agentes de folga.
Elementos da PSP e da GNR têm protagonizado vários protestos para exigirem um suplemento idêntico ao atribuído à Polícia Judiciária.

