
GNR quer reforçar oficiais em áreas deficitárias
Nuno Brites / Global Imagens
Serviços da GNR ignoraram primeira decisão judicial na elaboração de segundo concurso que foi de novo censurado por um juiz do Tribunal Administrativo e Fiscal de Penafiel.
Em apenas sete meses, os Tribunais Administrativos e Fiscais (TAF) chumbaram dois concursos de admissão de oficiais da GNR, que lançou o segundo concurso sem ter em conta a primeira censura judicial. Em causa, está a exclusão de candidatos formados na área da criminologia, apesar de ser uma das formações académicas definidas como sendo de interesse para a Guarda pelo Ministério da Administração Interna (MAI).
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