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Vítima de advogada de Esposende: "Acordei com o cheiro a queimado, vinha do meu carro a arder"
Leitura: 2 min

Tribunal de Braga está a julgar o caso
Foto: David Tiago / Arquivo
"Estava a dormir! Acordei com o cheiro a queimado, que vinha da rua do meu carro a arder". Foi assim que Jorge Loureiro, uma das alegadas vítimas de uma advogada de Esposende - que começou na semana passada a ser julgada no Tribunal de Braga - contou o modo como soube do fogo que consumiu o seu Volvo, estacionado à porta de casa.
A acusação diz que a jurista Joana Coutinho e o marido, Juvenal Sá, foram à Rua dos Rouxinóis, em outubro de 2021, às 3 horas, com um acelerante de combustão e um isqueiro, e incendiaram o automóvel de Jorge, causando-lhe um prejuízo de 6500 euros.
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