Investigação

Burlão moldavo expulso de Portugal voltou a esconder-se em Lisboa

Burlão moldavo expulso de Portugal voltou a esconder-se em Lisboa

Imigrante foi expulso do país em 2016, mas regressou a Portugal após cometer fraude na Moldávia. Mandado de detenção internacional emitido pela Interpol permitiu que SEF o detivesse pela segunda vez.

Um imigrante moldavo, de 40 anos, permaneceu dois anos ilegalmente em Portugal e foi deportado para o país de origem. Na Moldávia cometeu uma fraude que o levou a fugir e a refugiar-se, novamente, no centro da cidade de Lisboa. Nesta segunda-feira, foi detido pela segunda vez, pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), no âmbito de um mandado de detenção internacional emitido pela Interpol.

Segundo o JN apurou, o imigrante chegou a Portugal, pela primeira vez, em 2016 e, durante dois anos, viveu no país ilegalmente. Nunca possuiu visto de residência, nem qualquer outra autorização que lhe permitisse permanecer em território nacional. A ilegalidade acabou por ser descoberta pelo SEF que, já em 2018, procedeu à sua detenção e deu início a processo de afastamento do país.

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Fugiu após cometer fraude

O imigrante seria deportado para a Moldávia e foi já na terra natal que, em 2020, cometeu uma fraude. O crime levou-o a fugir e a voltar a Portugal. Devido a um mandado de detenção internacional, entretanto, emitido pela Interpol a pedido das autoridades moldavas, o indivíduo manteve-se escondido no centro da cidade de Lisboa por um longo período.

Só foi localizado no âmbito de uma investigação levada a cabo pelo SEF, ao longo dos últimos meses. Na segunda-feira, foi detido pelos inspetores e, agora, enfrenta um segundo processo de expulsão.

Detido à porta de avião com destino a Cancún

Já nesta terça-feira, o SEF também deteve um passageiro estrangeiro que, no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, tentava embarcar com documentos de identificação falsos. O homem pretendia entrar num avião com destino a Cancún, no México, com documentação fraudulento da Letónia.

Tal como o moldavo detido, irá ser levado a tribunal para ficar a conhecer as medidas de coação.

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