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Carlos Garcia: "Apenas metade do quadro da PJ está preenchido"

Carlos Garcia: "Apenas metade do quadro da PJ está preenchido"

A meio do mandato, o histórico dirigente sindical da Polícia Judiciária (PJ) Carlos Garcia tece duras críticas ao Ministério da Justiça (MJ) por não concluir o Estatuto Profissional e a Lei Orgânica, e prevê para breve "grande conturbação". Aponta ainda a falta de meios humanos como uma das grande falhas para um combate mais eficaz ao crime e considera que a extinção do SEF foi um erro. O líder sindical diz ser uma "tonteria" a ideia de reduzir a PJ à investigação de crimes económicos e informáticos.

Está a meio do mandato como presidente da ASFIC, qual é o balanço que faz da sua liderança?

Diria que o balanço é positivo, mas não o desejado. Assumimos a direção da ASFIC num momento difícil, com associados descrentes e descontentes com o novo Estatuto Profissional. Era necessário que a sua regulamentação restaurasse a confiança, mas infelizmente a pandemia veio condicionar a nossa estratégia logo no início do mandato. No entanto, face ao estado atual de maior controlo pandémico, em setembro iremos reavaliar esta condicionante para a retoma do nosso programa.

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