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Caso e-Toupeira "parado" por causa de recurso no Supremo

Caso e-Toupeira "parado" por causa de recurso no Supremo

A reação do funcionário judicial Júlio Loureiro contra imputação de mais crimes está a atrasar o início do julgamento do processo que envolve o antigo braço-direito do presidente do Benfica.

Júlio Loureiro, um dos funcionários judiciais acusados no caso e-Toupeira, recorreu para o Supremo Tribunal de Justiça, o que está a atrasar a marcação e o início do julgamento do processo que visa também Paulo Gonçalves, ex-braço-direito de Luís Filipe Vieira, e José Silva, também funcionário judicial e conhecido como "toupeira" do Benfica.

Loureiro tinha sido ilibado pelo Tribunal Central de Instrução Criminal, mas, após recurso do Ministério Público (MP), a Relação de Lisboa mandou-o para o banco dos arguidos. Só que este funcionário do Tribunal de Guimarães e ex-observador de árbitros não se conforma com a decisão, por entender que não deveria ter sido pronunciado por ilícitos pelos quais o MP não recorrera.

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