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Cheques furtados mantinham negócio de maquinaria

Cheques furtados mantinham negócio de maquinaria

Usando os cheques de cadernetas furtadas de um carro, três empresários conseguiram comprar ou alugar máquinas e outros equipamentos a sete empresas que ficaram a arder em mais de 150 mil euros. O processo judicial foi concluído e os três serão julgados no Tribunal de Braga por sete crimes de burla qualificada e cinco de falsificação. Há um quarto arguido por crime de recetação.

A acusação do Ministério Público diz que o trio - Ricardo Marques, de Esposende, José Sousa, de Lousada e José Mariz, de Famalicão - atuava usando o nome da empresa Plastifex-Sociedade de Importação e Exportação de Materiais Plásticos, Lda., com sede em Lisboa. Usaram também a empresa Transgg- -Transporte de Mercadorias Nacionais e Internacionais, que detinham em Esposende, para alugar um terreno lhes servia de armazém, em Barqueiros, Barcelos.

Logo que as cadernetas com os cheques da Caixa de Crédito Agrícola lhes chegaram às mãos e sabendo que eram furtados, decidiram aproveitá-los para comprar ou alugar vários equipamentos que depois revendiam. Apesar de a dona dos cheques ter dado baixa dos mesmos, ainda conseguiram enganar sete empresas antes que elas se apercebessem do logro.

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