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GNR proíbe tatuagens extremistas, sexistas e racistas

GNR proíbe tatuagens extremistas, sexistas e racistas

Alteração ao Regulamento Geral do Serviço da GNR impede militares de usar piercings. Brincos e maquilhagem são permitidos, mas só a mulheres.

Depois da PSP, foi a vez de a GNR proibir os militares de ostentarem tatuagens que "contenham símbolos, palavras ou desenhos de natureza partidária, extremista, sexista, rácica ou de incentivo à violência". Num despacho publicado nesta sexta-feira no Diário da República, o comandante-geral da Guarda, tenente-general Rui Clero, também proíbe os militares de terem madeixas no cabelo, barbas e bigodes extravagantes ou piercings. Quem não cumprir estas e outras regras está impedido de entrar ao serviço.

O documento agora conhecido vem alterar algumas cláusulas do Regulamento Geral do Serviço da GNR, cuja última versão datava de 1985, e surge na sequência das recentes mudanças efetuadas às regras de admissão ao Curso de Formação da GNR. Estas passaram a proibir os candidatos a guardas de possuir, "em qualquer parte do corpo, as tatuagens que contenham símbolos, palavras ou desenhos de natureza partidária, extremista, rácica ou de incentivo à violência". E o mesmo é imposto, a partir desta sexta-feira, aos profissionais do quadro da Guarda.

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