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Destruídas quase 12 mil armas desde o início do ano

Destruídas quase 12 mil armas desde o início do ano

A Polícia de Segurança Pública destruiu 11 855 armas, maioritariamente de fogo, na primeira operação deste género em 2022. Desde o início destas iniciativas, em 2013, já foram desmanteladas quase 270 mil armas e mais de 31 toneladas de munições.

A primeira ação de destruição de armas de 2022 enquadrou-se na comemoração do Dia Internacional da Destruição de Armas, assinalado no passado dia 9 de julho. Além das mais de 11 mil armas, a iniciativa também contemplou a destruição de quase 2,5 toneladas de munições e cartuchos.

A PSP explica que as armas destruídas foram voluntariamente entregues pelos proprietários ou apreendidas pelas autoridades policiais e, posteriormente, declaradas perdidas a favor do Estado.

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Nos casos em que foi confirmada a inutilidade das armas para a atividade operacional, formativa, cultural, museológica ou outra das forças de segurança, assim como o não envolvimento em situações sob investigação criminal, é determinada pelo Diretor Nacional da PSP a sua adequada e preventiva destruição.

Mais de 34 mil armas anuais

Através de comunicado, a PSP salienta que a média anual dos últimos quatro anos - superior a 34 mil armas - "decorre do esforço acrescido de prestação de informação pela PSP às populações, numa lógica de proximidade, que se tem refletido no substancial aumento das entregas voluntárias".

Os cidadãos que pretendam aceder a informação adicional sobre a propriedade de armas e ou esclarecer dúvidas, poderão consultar o portal da PSP ou apresentar a situação ao Departamento de Armas e Explosivos da PSP ​​​​​ou junto dos Núcleos de Armas e Explosivos da PSP.

Efeméride internacional

Por ocasião do Dia Internacional da Destruição de Armas, as agências das Nações Unidas levam a cabo ações semelhantes de destruição de armas, sob o lema "CADA ARMA DESTRUÍDA NÃO PODE MAIS SER USADA PARA MATAR, FERIR OU INTIMIDAR", destacando ainda a forte ligação com os programas desenvolvidos pela ONU relacionados com o controlo do tráfico ilícito de armas de fogo e da violência, com os crimes praticados por jovens com recurso a armas de fogo, e ainda a promoção do Estado de Direito com o incentivo a programas de entrega voluntária de armas.

"Pretende-se assim chamar a atenção do Mundo, dos media e dos cidadãos em geral para a necessidade do controlo de armas pelas autoridades públicas, competência que em Portugal se encontra atribuída em exclusivo à PSP desde 1946", explica esta força policial através de comunicado.

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