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Especuladores da Champions condenados a multas ou trabalho comunitário

Especuladores da Champions condenados a multas ou trabalho comunitário

As quatro pessoas detidas pela ASAE por gerirem plataformas eletrónicas de venda ilegal de bilhetes para o Benfica-Borussia de Dortmund desta terça-feira, foram julgadas em sumário esta quarta-feira e condenadas a multas ou, em alternativa, trabalho comunitário.

Os valores de transação das referidas plataformas atingiam os 400% de lucro.

Aos alegados especuladores, detidos em várias operações da Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal, lançadas em Lisboa, Oeiras e Coimbra, foram decretadas as suspensões provisórias das penas por três meses, com a contrapartida de pagamentos por injunção ou trabalho comunitário.

Um dos detidos, condenado ao pagamento de 300 euros, acabou por optar por 45 horas de trabalho comunitário e dois outros, um casal, por exemplo, por pagar 160 euros cada um, a serem entregues a uma instituição de solidariedade social.

Os suspeitos, apurou o JN, têm idades entre os 20 e os 40 anos.

Domingos Urbano Antunes, inspetor-diretor da Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal da ASAE, afirmou, ao JN, que "estas detenções só foram possíveis graças a um demorado e paciente trabalho de investigação, que passou por muita vigilância" e alertou para a necessidade de os "consumidores evitarem a aquisição de bilhetes acima do seu valor oficial, uma vez que essa venda constitui um crime de especulação punido com pena de prisão até 3 anos".

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