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Falta de máscaras e festas ilegais originam dezenas de multas nas praias

Falta de máscaras e festas ilegais originam dezenas de multas nas praias

A falta de máscaras originou 22 contraordenações e a Polícia Marítima acabou com 23 eventos não autorizados, cujas multas podem chegar aos 1000 euros.

Desde que as regras de acesso às praias impostas pela pandemia entraram em vigor, a 18 de maio, a Polícia Marítima já emitiu 71 contraordenações a banhistas e empresas com atividades nas praias do litoral. A falta de máscaras e a realização de eventos não autorizados foram as situações que originaram mais contraordenações: 22 pessoas foram multadas em 50 euros por não usar máscara no acesso e saída do areal e 23 eventos foram terminados e os promotores alvos de contraordenação, de valor mais elevado, a partir dos mil euros.

De acordo com a Autoridade Marítima Nacional (AMN), as contraordenações tiveram maior expressão nas zonas Centro e Sul do país, entre Lisboa e Algarve. Do bolo das 71 contraordenações, houve a registar duas por desrespeito das regras de distanciamento físico no areal, três metros entre grupos e 1,5 entre banhistas, nove a estabelecimentos por incumprimento das regras e dez para transportes de passageiros fluviais e marítimos ou atividade marítimo-turística com excesso de lotação. Também houve dois casos de multas por consumo de bebidas alcoólicas, outras duas por incumprimento do dever geral de recolhimento e uma por violação do confinamento obrigatório.

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