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Funcionária julgada por inventar 100 grávidas para receber subsídios

Funcionária julgada por inventar 100 grávidas para receber subsídios

Arguida trabalhava na Segurança Social de Coimbra. Conseguiu receber mais de 600 mil euros em incentivos à natalidade. Dinheiro não foi recuperado.

O Ministério Público (MP) acaba de acusar de cinco crimes uma ex-funcionária do Centro Distrital de Coimbra da Segurança Social que, entre 2014 e 2018, inventou 100 mulheres e apropriou-se, a título de abono de família pré-natal, de mais de 600 mil euros. Um montante que as autoridades já tentaram recuperar, mas sem sucesso.

Paula Maria Rodrigues Ferreira Bogalho, de 50 anos, vai responder por crimes de acesso ilegítimo, falsidade informática, burla informática e nas comunicações, peculato e branqueamento de capitais. Além disso, o MP do Departamento de Investigação e Ação Penal de Coimbra pede que seja condenada a restituir ao Estado o montante de que se terá apropriado ilicitamente, 631 357, 50 euros.

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