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Sete suspeitos de ataque sexual a duas jovens no Sudoeste

Sete suspeitos de ataque sexual a duas jovens no Sudoeste

Apenas uma das vítimas apresentou queixa às autoridades e foi sujeita a perícias médicas. PJ está a investigar.

A GNR intercetou em meia hora sete indivíduos suspeitos de dois casos de abusos sexuais na zona de campismo do festival Meo Sudoeste, na Zambujeira do Mar, Odemira. Uma das vítimas, de 17 anos, viria a identificar um dos suspeitos. Os casos aconteceram na madrugada de quarta-feira. A outra jovem, de 18 anos, não se queixou às autoridades. A Polícia Judiciária está a investigar.

Um dos casos ocorreu às 2.30 horas, quando a jovem estava sozinha na tenda. O alerta foi dado à GNR, que tem um posto de comando montado no local. Militares do Grupo de Intervenção de Ordem Pública intercetaram sete suspeitos, todos maiores de idade.

Segundo fonte da organização, "houve duas queixas de tentativa de violação que chegaram à segurança privada no festival e que foram imediatamente encaminhadas para a equipa médica e para o dispositivo da GNR no terreno, que reagiu prontamente e em meia hora identificou os suspeitos". Um deles foi reconhecido por uma das jovens. A vítima foi assistida no hospital de campanha montado no recinto e depois levada pelo INEM para o hospital para realizar exames médicos que vão servir como provas para o inquérito crime.

Libertados

A Diretoria do Sul da Polícia Judiciária, que tem a competência legal para investigar crimes sexuais, foi informada do caso e partiu de imediato para o terreno. Não são conhecidas detenções, mas os inspetores têm em sua posse a identificação dos suspeitos, que serão posteriormente inquiridos no processo, pois foram libertados pela GNR.

A organização garante que o festival "está preparado com um forte dispositivo de segurança privada, equipa médica e dispositivo da GNR no terreno, em articulação permanente e colaborando com as autoridades competentes em tudo o que é necessário, para ser capaz de responder prontamente a qualquer ocorrência, como aconteceu neste caso". O JN tentou saber se os suspeitos tinham sido expulsos do recinto, mas não foi possível obter essa informação.

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