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Comandante da GNR condenado por aliciar menor para sexo volta ao ativo

Comandante da GNR condenado por aliciar menor para sexo volta ao ativo

O Tribunal da Relação de Coimbra aceitou parcialmente o recurso de um militar da GNR que, a 19 de maio de 2019, tinha sido condenado por aliciar, para fins sexuais, uma menor que tinha ido ao posto pedir ajuda, com a mãe, por ser vítima de bullying.

Os juízes desembargadores mantiveram a pena de nove meses de prisão, suspensa, ao militar, de 48 anos, mas decidiram revogar a inibição de atividade por 18 meses a que tinha sido sujeito como pena acessória.

Para a Relação, a atuação do militar, na altura comandante de um posto em Leiria, constituiu "um grave abuso da profissão", com "grosseira violação dos deveres inerentes", mas foi "um episódio irrepetível", pelo que revogou a medida de interdição de atividade decretada pelo Juízo Central Criminal de Leiria.

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