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GNR recebeu 40 candidatos a guardas suspeitos de crimes

GNR recebeu 40 candidatos a guardas suspeitos de crimes

Alistados terão omitido estatuto de arguidos ou suspeitos em casos judiciais. Crimes vão desde condução sob efeito de álcool ao tráfico de droga ou armas.

Arguidos ou suspeitos de crimes como furto, roubo, ofensas à integridade física, tráfico de droga ou de armas, condução sob efeito do álcool ou sem carta, violência doméstica e até abuso sexual de menor foram admitidos no curso de GNR, e dez deles chegaram a guardas provisórios na formação em curso na Escola da Guarda de Portalegre. São quatro dezenas e pelo menos 15 omitiram esse facto à GNR, na candidatura. Mas a Guarda verificou, caso a caso, o passado dos 1300 admitidos e detetou os infratores.

Todos os visados beneficiam da presunção de inocência, mas a lei e o regulamento da GNR são claros: quem é suspeito ou arguido num processo-crime tem obrigatoriamente de dar conta nisso no processo de candidatura. Por não terem sido constituídos arguidos, os primeiros são aceites, mas alvo de especial atenção. Já os outros podem vir a ser excluídos do curso até beneficiarem de um acórdão absolutório. Só depois de estarem inocentados é que poderão regressar à Guarda. Por isso, alguns candidatos omitem a sua condição judicial à Guarda.

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