
Incidentes ocorreram na Festa do Avante de 2015
Álvaro Isidoro / Global Imagens
O Ministério Público arquivou o inquérito sobre agressões e sequestros de que se queixaram quatro pessoas, durante a "Festa do Avante", em setembro de 2015. As autoridades não conseguiram identificar os autores da agressões.
De acordo com a Procuradoria Distrital de Lisboa, "foi arquivado, em 22.03.2017, o inquérito a que deram origem as queixas contra um grupo de indivíduos fardados, com fardas semelhantes às dos agentes da PSP, apresentadas por quatro indivíduos do sexo masculino por factos, passíveis de integrar os crimes de ofensa à integridade física, roubo e sequestro, que terão ocorrido na Festa do Avante, em setembro de 2015. Esgotadas as diligências de prova, não foi possível ao MP identificar os indivíduos os autores dos factos", pode se ler na página da internet do Ministério Público.
Recorde-se que quatro pessoas avançaram com queixa-crime na PSP, garantindo terem sido agredidos e sequestrados por pessoas afetas à segurança do evento.
Um deles, um ativista espanhol, de 34 anos, que foi expulso do recinto do "Avante", alegadamente por estar a praticar sexo oral na Quinta da Atalaia, garantiu às autoridades ter agredido por homens fardados de azul com a palavra "apoio" escrita nas costas e no boné. Afirmou ainda ter sido fechado numa carrinha onde foi espancado com socos e pontapés.
