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Amigo cobrou 2,5 milhões a José Sócrates para ser testa de ferro

Amigo cobrou 2,5 milhões a José Sócrates para ser testa de ferro

Ministério Público fala em comissão de 10% de 25 milhões de euros por serviço de ocultação de luvas do ex-primeiro-ministro. Investiu em prédios.

Quando confrontados com as múltiplas utilizações, por parte de José Sócrates, de avultadas quantias em dinheiro formalmente na titularidade de Carlos Santos Silva, o ex-primeiro-ministro e o empresário justificaram às autoridades tratar-se de empréstimos com base numa amizade de há muitos anos. Porém, no termo de quatro anos de investigação da Operação Marquês, o Ministério Público chegou a uma conclusão muito diferente: tratou-se de uma "prestação de serviço" de Santos Silva, para a qual foi pago. Recebeu 2,5 milhões de euros.

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