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Italiano dado como morto foi detido mas acabou por fugir do Magalhães Lemos

Italiano dado como morto foi detido mas acabou por fugir do Magalhães Lemos

Família e amigos realizaram cerimónia fúnebre de doente mental que vagueava, a pé e à boleia, por França, Espanha e Portugal. Investigação do SEF foi fulcral para identificar indigente sem documentos que permanece em paradeiro incerto após fuga do Hospital Magalhães Lemos.

Um italiano dado como morto pela família e amigos foi detido em Oliveira de Frades, Viseu, depois de, em meio ano, ter atravessado parte de Itália, França, Espanha e Portugal a pé ou à boleia. Sem identificação e a padecer de uma depressão profunda que o levava a assumir diferentes personalidades, Marco Ghedini foi encaminhado para o Centro de Instalação Temporária (CIT) de estrangeiros e internado, em seguida, no Hospital Magalhães Lemos, ambos no Porto.

Era desta unidade psiquiátrica que deveria sair para a já programada viagem de regresso a casa, mas, no último sábado, voltou a fugir e o seu paradeiro continua desconhecido. Foi localizado pela última vez, na terça-feira, em Grijó, Vila Nova de Gaia, por inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que desempenharam um papel fundamental na difícil tarefa de descobrir a origem do homem, de 29 anos.

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