Cascais

Jogadores de S. Tomé desaparecidos estarão bem e em casa de familiares

Jogadores de S. Tomé desaparecidos estarão bem e em casa de familiares

Os sete jovens futebolistas da seleção de sub18 de São Tomé e Príncipe, dados como desaparecidos desde quarta-feira, à noite, do hotel Pestana, em Cascais, poderão ter fugido voluntariamente e estar acolhidos em casa de familiares, na região da Grande Lisboa. Quatro jogadores já regressaram, confirmou um responsável da federação são-tomense à agência Lusa.

A PSP e o SEF acreditam que os jovens, de 17 e 18 anos, estarão bem e terão sido acolhidos por familiares, que vivem na região metropolitana da capital, avança o jornal digital "Cascais24". Cerca das 19 horas desta sexta-feira, faltavam ainda regressar três jogadores.

A última vez que os atletas foram vistos foi na quarta-feira à noite, no hotel onde a seleção são-tomense estava hospedada. Desde então que é desconhecido o seu paradeiro, embora tudo aponte para uma fuga planeada, por forma a não regressarem ao país de origem e ficarem em Portugal.

O alerta para o desaparecimento dos sete jovens futebolistas são-tomenses foi dado esta quinta-feira, tendo comparecido no hotel Pestana, em Cascais, agentes da PSP local.

Os jovens ausentaram-se da unidade hoteleira, sem conhecimento dos responsáveis pela seleção que veio a Portugal, depois de terem participado num jogo de preparação contra a equipa portuguesa, na Cidade do Futebol, em Oeiras, que perderam por 7 bolas a 0.

O regresso da seleção são-tomense está prevista para esta sexta-feira, mas colegas e equipa técnica viajarão sem os adolescentes.

Adalberto Catambi, da Federação São-Tomense de Futebol, questionado se esta era uma situação frequente, comentou que "já houve situações semelhantes e nem todos regressam" ao seu país.

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