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Luís Militão, mentor da chacina de Fortaleza, pode sair em liberdade em 2024

Luís Militão, mentor da chacina de Fortaleza, pode sair em liberdade em 2024

Seis empresários de férias no Brasil foram mortos há 20 anos a mando de amigo. Crime macabro só rendeu quatro mil euros ao grupo.

Há 20 anos, seis empresários portugueses desembarcavam no Aeroporto Internacional de Fortaleza, no Brasil, para umas férias. O amigo Luís Militão havia-lhes prometido diversão e companhia feminina, mas era uma cilada. Os seis acabariam mortos nessa mesma noite. Foram espancados, torturados e enterrados, alguns ainda vivos, nas traseiras de um bar na praia do Futuro.

Vinte anos depois, Militão, o mentor da chacina, cumpre pena numa prisão do estado do Ceará. Foi condenado a 150 anos de prisão. Porém, em 2002 a pena máxima de prisão no Brasil era de 30 anos. Nestas duas décadas, o português, hoje com 51 anos, tirou dois cursos e trabalhou regularmente no presídio. Segundo o "Diário do Nordeste", esta aplicação já lhe permitiu abater dois anos e quatro meses à pena.

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