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Marinha não afastou fuzileiro já investigado por crimes graves

Marinha não afastou fuzileiro já investigado por crimes graves

Arguido e obrigado a apresentações em posto policial, militar manteve-se sempre ao serviço.

Cláudio Coimbra, um dos dois fuzileiros suspeitos de terem agredido o polícia Fábio Guerra, está há muito referenciado pelas autoridades policiais. O alegado envolvimento em agressões, furtos, roubos e até num processo de eventual furto e tráfico de munições levou a que o militar fosse constituído arguido e estivesse, antes de ter sido detido, sujeito a apresentações semanais no posto da GNR de Sesimbra. Todas as suspeitas foram comunicadas pela GNR, PSP e Ministério Público à Marinha, mas Cláudio Coimbra, de 22 anos, manteve-se sempre ao serviço das Forças Armadas.

Uma das suspeitas investigadas foi, tal como o JN já avançou, uma agressão a um militar da GNR. O caso é antigo e ocorreu na Quinta do Conde, em Sesimbra, concelho onde vivem Cláudio Coimbra e o guarda agredido num dia de folga.

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