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Ministério Público abre processo a freira por falsidade de testemunho

Ministério Público abre processo a freira por falsidade de testemunho

Contradições entre declarações à PJ e as feitas agora no julgamento de padre e três religiosas de Famalicão por escravizarem noviças.

O Ministério Público (MP) do Tribunal de Guimarães mandou abrir um inquérito a uma religiosa, de 66 anos, por falsidade de testemunho, depois das declarações que a mesma prestou ontem, no julgamento das três religiosas e do padre da Fraternidade Cristo Jovem, de Requião, em Famalicão, acusados de escravizarem "noviças" durante anos.

A procuradora da República considerou que a irmã Ana Barbosa, ouvida por videoconferência por estar atualmente num convento das irmãs Clarissas, com votos de clausura, prestou "declarações contraditórias" com as que fizera à Polícia Judiciária, durante a investigação. Advertida pelo tribunal, manteve o que disse em julgamento.

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