Justiça

Pacto de morte em homicídio de milionária

Pacto de morte em homicídio de milionária

Quando, no domingo passado, pouco antes da meia-noite, um segurança da Esegur perscrutou a porta envidraçada do lote 76, na luxuosa Quinta do Patino, em Alcabideche, Cascais, nem quis acreditar no que via.

No quarto, no topo norte da mansão avaliada em três milhões de euros, virado para a piscina, jazia o cadáver de uma mulher, a dona da casa: a milionária brasileira Maria Estela Lacombe Larsson, antiga tradutora de 64 anos. Suspeita-se que terá havido um pacto de morte entre ela e o marido, que se suicidou de seguida.

Pouco depois, elementos da GNR - os mesmos que, uma hora antes lá tinham estado para, sem sucesso, dar a trágica notícia de que o marido de Maria Estela, o sueco Anders Christer Larsson, 58 anos, se tinha suicidado no Cabo da Roca - juntamente com bombeiros de Alcabideche e de um médico entravam na mansão, secundados por inspetores da Secção de Homicídios da Polícia Judiciária (PJ).

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