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Patrão julgado por abafar assédio sexual dentro da empresa

Patrão julgado por abafar assédio sexual dentro da empresa

Um empresário bracarense, Manuel Rodrigues, vai começar a ser julgado, na próxima quarta-feira, pelo alegado encobrimento de um caso de assédio sexual que terá sido cometido, em setembro de 2018, por um funcionário da sua confiança contra uma colega, bastante mais nova e que se tinha divorciado há pouco tempo.

Segundo a ação judicial, cujo julgamento se vai realizar no Tribunal do Trabalho de Braga, o alegado assédio ocorreu em instalações do grupo empresarial situadas perto da Loja do Cidadão de Braga. O processo, a que o JN teve acesso, indica que o referido funcionário, aproveitando a deslocação da jovem ao arquivo morto da empresa, onde estava a salvo dos olhares de outros colegas, tê-la-á agarrado por trás, com força, para se roçar nas costas dela. Depois, tê-la-á virado de frente para si, ao mesmo tempo que implorou um "beijinho". Terá tentado beijá-la à força, mas sem conseguir fazê-lo, face à resistência da colega.

O patrão de ambos, Manuel Rodrigues, fez constar no processo que nunca encobriu aquela, nem qualquer outra situação análoga, tendo, inclusivamente, promovido uma reunião com a funcionária.

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