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Principais ataques em escolas. Dos EUA à Ucrânia

Principais ataques em escolas. Dos EUA à Ucrânia

A detenção de um estudante de 18 anos, que planeava matar os colegas, em Lisboa, trouxe à memória ataques mortais em escolas noutros países, com os EUA à cabeça.

Os mais mortíferos ataques em recintos escolares ocorreram nos Estados Unidos da América, mas também já ocorreram no Reino Unido e na Ucrânia.

EUA - Virginia Tech - 33 mortos

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A 16 de abril de 2007, um estudante de 23 anos matou 32 pessoas e feriu 17. Ainda no dormitório, Seung-Hui Cho matou dois estudantes. Duas horas depois, entrou num edifício da Universidade de Virgínia, barricou a porta e disparou indiscriminadamente sobre estudantes, professores e funcionários. Acabaria por se suicidar.

EUA - Sandy Hook - 28 mortos

A 14 de dezembro de 2012, depois de assassinar a sua mãe, Adam Lanza, 20 anos, pegou em quatro armas de fogo e foi até à sua antiga escola primária em Newton, Connecticut. Matou 21 crianças de seis e sete anos e seis adultos. Suicidar-se-ia quando a polícia chegou ao local.

Ucrânia - Politécnico de Kerch - 20 pessoas

A 17 de outubro de 2018, um estudante de 18 anos matou 20 pessoas e feriu 70 outras com uma caçadeira. Suicidou-se 15 minutos após ter entrado no Politécnico da cidade de Kerch, na Crimeia.

EUA - Universidade do Texas - 18 mortos

No primeiro dia de agosto de 1966, um estudante de engenharia e antigo fuzileiro subiu à torre do relógio da Universidade do Texas, em Austin. Matou três pessoas no interior do edifício e depois desatou a disparar sobre pessoas que se encontravam nos terrenos da universidade. Ao longo de 96 minutos matou mais 12 pessoas e feriu 31 até ser morto pela polícia. Descobrir-se-ia depois que, antes, tinha morto a própria mulher e a mãe.

Escócia - Escola Primária de Dunblane - 18

Munido de quatro pistolas e revólveres, a 12 de março de 1996, um homem de 43 anos entrou pela escola primária de Dunblane e matou 16 crianças e um professor antes de se suicidar. Continua a ser o mais mortífero assassinato em massa no Reino Unido.

EUA - Liceu de Stoneman Douglas - 17 mortos

A 14 de fevereiro de 2018, Nikolas Cruz, que havia sido expulso por mau comportamento, regressou ao seu liceu em Parkland Florida e ativou o alarme de incêndio. Quando os alunos saíram as salas de aula, começou a disparar indiscriminadamente. Matou 17 pessoas e feriu outras tantas. Depois, misturou-se com a multidão e fugiu. Acabaria por ser detido poucas horas depois.

EUA - Liceu de Columbine - 15 mortos

A 20 de abril de 1999, dois jovens de 18 e 17 anos entraram armados na sua escola secundária no Colorado e atacaram os colegas. Mataram 13 pessoas e feriram 21. Quando ficaram sem munições suicidaram-se.

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