Lisboa

Psicólogo acusado de coagir sexualmente paciente

Psicólogo acusado de coagir sexualmente paciente

O Ministério Público de Lisboa acusou um psicólogo de um crime de coação sexual. O caso ocorreu no ano passado no fim de uma consulta antitabágica.

Segundo um comunicado da Procuradoria da República da Comarca de Lisboa, a 28 de setembro de 2020, no final de um tratamento de cessação tabágica e com o pretexto de minimizar as dores que a vítima dizia sentir, o arguido fez-lhe uma massagem. Todavia, partindo desse ato, acabou por constranger a paciente a contactos sexuais.

O DIAP de Lisboa, coadjuvado pela Polícia Judiciária, avançou com uma investigação que culminou com a dedução de uma acusação, contra psicólogo, pela prática de um crime de coação sexual.

No despacho de acusação, o MP requer também a recolha de ADN ao arguido, caso este venha a ser condenado por crime doloso com pena concreta de prisão igual ou superior a três anos, e ainda que, caso não seja apresentado pedido de indemnização civil, que o tribunal arbitre uma quantia a título de reparação à vítima.

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