Porto

PSP investiga eventual guerra de carteiristas após esfaqueamento

PSP investiga eventual guerra de carteiristas após esfaqueamento

Um ajuste de contas ou confrontos entre carteiristas provocados por uma guerra de território poderá estar na origem de uma agressão a um casal de marroquinos, nesta segunda-feira, no Porto. Um dos elementos foi esfaqueado em várias partes do corpo e transportado ao hospital com ferimentos ligeiros. Já a companheira sofreu escoriações que não obrigaram a deslocar-se à unidade de saúde. A PSP tenta ainda identificar os três homens e uma mulher que agrediram o casal.

O caso aconteceu perto das 16 horas desta segunda-feira, junto à estação do metro do Campo 24 de Agosto, onde o casal foi agredido. O homem foi esfaqueado na cabeça, tronco e braço e, embora os ferimentos se tenham revelado ligeiros, o indivíduo, com cerca de 30 anos, foi transportado pelos bombeiros ao Hospital Santo António, também no Porto.

A mulher, apesar de também ter sido agredida, não foi atacada à facada e, por esse motivo, as lesões sofridas foram tratadas no local.

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Carteiristas atuam na movida e nos transportes públicos

As vítimas comunicaram à PSP que os agressores foram três homens e uma mulher, mas não revelaram quais os motivos, nem se aqueles eram seus conhecidos. Dos poucos factos apurados é que nenhum deles estava já no Campo 24 de Agosto aquando da chegada da Polícia.

Mesmo com poucos dados, a PSP está a tentar identificar e localizar os suspeitos. Está ainda a tentar perceber o motivo dos confrontos ocorrido na tarde desta terça-feira. O JN sabe que uma das linhas de investigação está a averiguar se se tratou de um ajuste de contas entre elementos da mesma nacionalidade que, nos últimos meses, se têm radicado em número considerável na cidade do Porto.

A PSP investiga, igualmente, a possibilidade de se ter tratado de uma luta entre carteiristas ocorrida no âmbito de uma guerra de território.

Estes carteiristas têm atuado, essencialmente, na zona de diversão noturna, situada na Baixa portuense, mas também nos transportes públicos. Procuram turistas e transeuntes distraídos e que se apresentem como um alvo fácil.

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