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Recluso condenado por partir mobiliário da cela na prisão de Monsanto 

Recluso condenado por partir mobiliário da cela na prisão de Monsanto 

O Tribunal de Lisboa condenou a três anos e 11 meses de prisão efetiva um recluso que, em 2018, partiu mobiliário das celas onde se encontrava no Estabelecimento Prisional de Monsanto.

Entre fevereiro e julho de 2018, em cinco ocasiões distintas, o arguido partiu mobiliário, sanitários, azulejos e canalizações das celas da prisão de máxima segurança onde se encontrava preso.

O Ministério Público de Lisboa avançou com um processo-crime e, em representação do Estado Português, deduziu um pedido de indemnização civil para compensar os prejuízos. Na quinta-feira, o Juízo Local Criminal de Lisboa condenou o homem a três anos e 11 meses de prisão, pela prática de quatro crimes de dano qualificado e um crime de dano simples

O arguido terá ainda que pagar ao Estado uma indemnização pelos danos patrimoniais provocados, calculados em 9200 euros.

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