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Segurança que espancou cliente em Albufeira proibido de exercer funções

Segurança que espancou cliente em Albufeira proibido de exercer funções

O segurança de uma discoteca filmado a agredir com socos e pontapés um cliente de uma discoteca em Albufeira, no Algarve, foi proibido de exercer funções enquanto decorre o inquérito criminal entretanto instaurado.

O segurança fica, ainda, suspenso da continuação do exercício da atividade de vigilante e sem permissão de o fazer em locais de acesso público ou que incluam contacto com o público.

A decisão, comunicada ao visado esta quinta-feira, produz efeitos imediatos, anunciou a PSP, em comunicado, no qual dá a conhecer as medidas aplicadas após a operação de fiscalização administrativa iniciada no dia 11, dois dias após serem tornadas públicas as agressões, através de um vídeo nas redes sociais.

"Por decisão do secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna", adianta a PSP, foi decretada a "suspensão do título profissional de segurança porteiro (genericamente, de segurança privado em espaços de diversão noturna), ficando proibido de exercer essas funções até conclusão do inquérito criminal e do processo administrativo entretanto instaurados".

Foi ainda determinada a "suspensão parcial da continuação do exercício da atividade de vigilante (genericamente, de segurança de instalações, para a qual o segurança privado agressor também estava habilitado), sem permissão de o fazer em locais de acesso público ou que incluam o contacto com o público", esclarece a PSP.

O episódio, que terá ocorrido na madrugada de dia 3 de outubro, foi conhecido no passado dia 9, quando começaram a circular imagens de uma agressão de um cliente de um estabelecimento de diversão noturna em Albufeira por parte de um dos seguranças privados daquele espaço, um momento presenciado por diversas pessoas.

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As imagens mostravam ainda que, pouco depois do início da agressão, que durou cerca de 30 segundos, entraram no espaço dois militares de uma equipa de intervenção da GNR, momento em que a vítima foi deixada inanimada no chão pelo agressor.

Depois de divulgadas as imagens, questionado pela Lusa, o comando geral da GNR disse que tinham sido identificadas duas pessoas - o agressor e a vítima - e que a vítima tinha recusado assistência médica.

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