Águeda

PSD cola-se ao movimento independente

PSD cola-se ao movimento independente

Águeda tem tudo para ser o município da Região de Aveiro onde as eleições serão mais animadas. A Câmara foi liderada pelo PSD entre 1976 e 2005. Depois passou para o PS, que a governou até 2017. Nesse ano, o município passou a ser comandado pelo movimento independente Juntos por Águeda, liderado por Jorge Almeida e por iniciativa dos vereadores do PS, que não aceitaram o candidato então escolhido pelo seu partido. Jorge Almeida vai recandidatar-se pelo Juntos por Águeda, mas aceitou o apoio do PSD, numa coligação que conta também com o Partido da Terra. O atual vice-presidente, o também independente Edson Santos, vai ser o número dois da lista.

O candidato do PS é Francisco Vitorino, antigo presidente da Assembleia Municipal de Águeda, no tempo em que a Câmara era liderada por Gil Nadais, que regressa para ser o cabeça de lista do PS à Assembleia Municipal, mas como independente (Nadais desfiliou-se do PS quando passou a ser o secretário-geral da ABIMOTA - Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins). Francisco Vitorino é professor e diretor da Secundária Marques Castilho. É a principal aposta do PS para ter uma segunda câmara na Região de Aveiro.

As surpresas em Águeda não ficam por aqui. O candidato do CDS, Antero Almeida, era até há poucos meses vice-presidente da Concelhia do PSD.

O BE avança com a candidatura de Claúdia Afonso, uma técnica superior de Educação Social que, em 2017, concorreu à Assembleia da União de Freguesias de Recardães e Espinhel.

O candidato da CDU à Câmara vai ser Milton Matos, técnico comercial, que avança pela primeira vez à liderança do executivo de Águeda, depois de em 2017 ter sido o cabeça de lista do partido à União de Freguesias de Requeixo, N. Senhora de Fátima e Nariz, no concelho de Aveiro.

Rui Melo é o candidato do Chega.

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