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Salvaguarda das gravuras do Côa demorou 24 anos

Salvaguarda das gravuras do Côa demorou 24 anos

Plano de ordenamento do parque arqueológico avança esta quarta-feira. Fundação vai participar na gestão do território em cinco concelhos.

Um quarto de século depois da criação, o Parque Arqueológico do Vale do Côa vai ter, finalmente, existência formal. Neste dia em que se comemora o 22.o aniversário da classificação das gravuras como Património Mundial da UNESCO, é publicado em "Diário da República" um despacho, assinado por quatro secretários de Estado, que marca o arranque do plano de ordenamento. Chega com 24 anos de atraso e vai permitir à Fundação Côa-Parque ter voz na gestão do território dos concelhos da região onde existe arte rupestre.

A execução do plano previsto numa lei de 1996, aquando da criação do parque, vai ser liderada pela Direção-Geral do Património Cultural e pela Fundação Côa-Parque. Vai "estabelecer um regime de salvaguarda do património do vale do Côa", definindo "um modelo de desenvolvimento sustentável", que tenha por base a "valorização dos recursos naturais e a economia rural", aproveitando "o potencial turístico, cultural e de lazer, e dando-lhe projeção internacional", explica ao JN o presidente da Fundação, Bruno Navarro.

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