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Candidato do PSD quer nova ponte em Vila do Conde

Candidato do PSD quer nova ponte em Vila do Conde

Uma nova ponte sobre o rio Este, em Touguinhó, para "sanar um problema com décadas" e uma ecovia de 8,5 quilómetros na margem do rio Ave, a ligar a cidade à ponte D. Zameiro, em Macieira. São estes os primeiros dois projetos apresentados por Pedro Soares. O líder do PSD de Vila do Conde deu, esta terça-feira, o pontapé de saída oficial para a campanha eleitoral.

"Escolhi um projeto estruturante, que representa aquilo que defendo: a aposta no interior como alavanca do concelho", explicou o candidato à Câmara, que foi oficializada pelo PSD na passada sexta-feira.

A velhinha travessia, essencial para ligar as freguesias de Touguinhó e da Junqueira à cidade, tem mais de 200 anos e, sem largura para dois carros, obriga a circulação alternada. É, ao mesmo tempo, o espelho da "inoperância de 40 anos de gestão socialista" e, no plano pessoal, um regresso do candidato às origens e à freguesia que o viu nascer, diz Pedro Soares.

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No "saco" socialista, o candidato do PSD mete Elisa Ferraz. É que, diz, mudou o rosto e a forma de governar manteve-se: os mesmos "tiques", a mesma "incapacidade para resolver problemas estruturais", "as obras que não saem do papel". E aponta um exemplo: o masterplan da rede viária concelhia que, depois de oito anos "a marinar", avança agora no terreno, a seis meses das eleições.

Pedro Soares promete fazer diferente: "Comigo os vilacondenses vão saber quando e a que custo". E, por isso mesmo, a ponte (a edificar a poente da atual), explicou, vai custar cerca de um milhão de euros. Com ela chegará o arranjo da antiga, que passará a ser pedonal e ciclável, e um parque de lazer na zona da Espinheira.

Na primeira conferência de imprensa da campanha, Pedro Soares deixou ainda uma certeza: "Não haverá coligações partidárias. A minha coligação é com todos os vilacondenses" e, por isso mesmo, "90% dos candidatos às juntas não são militantes do PSD". A ideia é abrir o partido a novos eleitores e a quem se absteve. Até julho, diz ainda, serão apresentados quatro candidatos por semana e, até às eleições, um projeto por mês.

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