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Movimento cívico quer defender o rio Ave

Movimento cívico quer defender o rio Ave

"Viver o Ave" pede ecovia que una todos os municípios na tarefa de reabilitar o património das margens do rio.

É como se tivesse a força das águas do rio: o movimento cívico Viver o Ave nasceu em março passado, em pleno confinamento, e já galgou a margem das expectativas dos fundadores, um grupo de amigos amantes do BTT a que se juntaram cerca de 120 pessoas na missão de alertar para a importância de recuperar o património envolvente, através da criação de um percurso ao longo do leito.

Prometem remar juntos para "devolver o rio às pessoas e as pessoas ao rio", diz o porta-voz da organização, Gualter Costa, e uma ecovia que una todos os concelhos atravessados pelo Ave, desde a nascente, na serra da Cabreira, em Vieira do Minho, até à foz, em Vila do Conde - são quase 100 quilómetros de extensão -, é o desafio que o movimento está a lançar aos respetivos municípios.

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