
Paulo Lourenço/JN
São jovens, qualificados e com ideias de negócio a fervilhar. Os castings do So Pitch juntaram-nos, esta segunda-feira de manhã, no ISCTE, em Lisboa. Nunca se tinham visto, mas basta meia dúzia de cadeiras num átrio para os projetos se multiplicarem, em resultado de conversas cruzadas, troca de experiências e rédea solta à imaginação.
"Isto é lindo. Está toda a gente a falar, a trocar ideias. É isto que é mágico", resume Miguel Gonçalves, um dos mentores do So Pitch, enquanto deambula de mesa em mesa, a acorrer a várias solicitações.
Este é também um dos objetivos da iniciativa. Pôr os empreendedores em contacto direto. Diz Miguel Gonçalves que, muitas vezes, destas conversas informais resultam parcerias, que dão origem a projetos e mesmo empresas. "Uma pessoa é marketeer mas está parado. Na cadeira ao lado está alguém que precisa de um marketeer. Entre estar parado e colaborar com o outro, a opção é natural", explica.
"Entraram-me coisas que nunca tinha pensado", desabafa um jovem, enquanto conta a um colega de casting a sua experiência. Depois, retoma a sua cadeira, onde antes esperou pela vez de se mostrar ao júri. Porque, afinal, o So Pitch não se esgota nos dois minutos de apresentação diante do júri. Do lado de fora da sala, também há ideias e projetos na forja.
