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Familiares procuram desaparecidos em Adamuz: "A incerteza é o que nos mata"
Leitura: 6 min

Pelo menos 41 pessoas morreram no acidente, ocorrido no domingo à noite
Foto: Jorge Zapata/EPA
O centro cívico de Córdova é lugar de peregrinação para as famílias dos desaparecidos do acidente entre dois comboios em Adamuz, Espanha. À medida que o tempo passa, é mais difícil manter a esperança.
Agustín Fadón, de 39 anos, tinha voltado a nascer no dia 24 de julho de 2013. Trabalhava como tripulante ferroviário e deveria ter ido no comboio que sofreu o acidente em Santiago de Compostela, onde morreram 80 pessoas. Mas, naquele dia, um colega tinha-lhe pedido para trocar o turno. Agustín acedeu e isso salvou-lhe a vida. O colega de trabalho morreu.
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