
Sarah Beckstrom tinha 20 anos
Foto: Direitos Reservados
O presidente dos EUA anunciou, esta quinta-feira à noite, que a soldado do Exército Sarah Beckstrom, de 20 anos, baleada ontem em Washington, alegadamente por um cidadão afegão, acabou por morrer.
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Donald Trump anunciou ter sido informado da morte de Beckstrom poucos minutos antes de iniciar uma videoconferência com as tropas americanas para assinalar o feriado de Ação de Graças.
O chefe de Estado elogiou Sarah, "uma jovem magnífica", e referiu que o sargento da Força Aérea dos EUA Andrew Wolfe, de 24 anos, também ferido, "está a lutar pela vida". "Esperamos receber notícias melhores em breve", disse Trump.
Sarah Beckstrom foi designada para uma companhia de polícia militar da Guarda Nacional da Virgínia Ocidental, tendo ingressado no serviço em junho de 2023. Andrew Wolfe, também da Guarda Aérea Nacional da Virgínia Ocidental, estreou-se em fevereiro de 2019. Segundo um porta-voz, ambos tinham tomado posse e prestado juramento menos de 24 horas antes do tiroteio.
A procuradora geral Pam Bondi disse, em declarações à "Fox News", que Beckstrom, que foi atingida na cabeça e no peito, se tinha voluntariado para trabalhar no Dia de Ação de Graças. O pai de Beckstrom disse, esta quinta-feira, que era improvável que a filha sobrevivesse. "Estou a segurar a mão dela neste momento", disse Gary Beckstrom ao "The New York Times". "Ela tem um ferimento mortal".
O ataque ocorre num contexto de elevada tensão política em torno da presença militar na capital federal norte-americana.

