O corte de árvores abrandou, mas a Amazónia não está a salvo
Texto e gráficos de Inês Moura Pinto
Leitura: 12 min
A floresta da Amazónia permanece um dos ecossistemas mais sacrificados do planeta Terra. Em 2023, as manchetes brasileiras ofereciam alguma esperança de salvação. Nos primeiros meses da presidência de Lula da Silva, com a reversão das medidas bolsonaristas, a floresta tropical deu sinais de redução da desflorestação - o dito corte raso de árvores. Mas, os incêndios, a conversão do uso do solo e a degradação da floresta, entre outros fatores naturais e antropogénicos, não dão tréguas. O bioma não está livre de perigo, e corre o risco de sofrer severas alterações climáticas.
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