A Segi, organização juvenil da ETA que é ilegal, anunciou, esta sexta-feira, a dissolução nos diários Gara e Berria, apontando a pressão policial como um dos principais fatores.
Esta decisão surge em linha com um documento recente de debate interno, a que a agência Efe teve acesso e que anunciava a criação de uma nova organização juvenil, designada "Kimua".
A Segi explica que a sua dissolução é produto de um ano de reflexão interna, tendo-se concluído que "um dos fatores que há que ter em conta é a repressão" policial, que "empobreceu o projeto político".
"É visível que teve efeito na nossa atividade", afirma a organização, que garantiu que essa reflexão incluiu os presos da ETA.
A nota publicada hoje na imprensa salienta que os membros da Segi pretendem "continuar a trabalhar como militantes da esquerda nacionalista, com instrumentos que já existem ou com novos".
A Segi anunciou que o seu último evento terá lugar em Itsasu, no País Basco francês, no dia 24.
