Pandemia

Certificado covid com dois níveis em Itália. Não vacinados banidos de atividades de lazer

Certificado covid com dois níveis em Itália. Não vacinados banidos de atividades de lazer

A disseminação da variante ómicron, que os cientistas temem ser a mais contagiosa até agora do vírus Sars-CoV2, está a gerar grande apreensão na Europa. Nas últimas semanas, foram já vários os países a adotar novas e fortes medidas de restrição, dado o aumento significativo dos casos e a aproximação do inverno. Em Itália, o certificado digital tem agora dois níveis de acesso.

O governo de Mário Draghi decidiu reforçar o uso do certificado digital da covid-19 entre os dias 6 de dezembro e 15 de janeiro, impedindo o acesso de não vacinados a espaços e a atividades de cultura e lazer. Até agora, era possível fazê-lo mediante a apresentação de um teste negativo.

O uso do passe, com o objetivo inicial de tornar as viagens dentro da União Europeia mais eficientes e seguras, foi agora intensificado para limitar as infeções no país e incentivar a vacinação.

Ir a restaurantes, ao cinema, teatro, concertos ou jogos de futebol só é possível mediante a apresentação de um "super certificado digital". Este novo certificado, ao contrário do documento básico, só poderá ser obtido por pessoas vacinadas com as duas doses da vacina ou recuperadas da doença.

O certificado básico, que poderá ser obtido com um teste negativo, é necessário para o acesso ao local de trabalho e meios de transporte, sob pena de multa para quem não o apresentar. Em ambos os casos, a validade foi reduzida de doze para nove meses.

A medida surge numa altura em que o país tem ainda cerca de três​​​​​ milhões e meio de pessoas sem qualquer dose da vacina.

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