
Ataque aconteceu durante um comício em Perinton
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O candidato republicano a governador de Nova Iorque foi atacado, na quinta-feira, por um homem armado com uma faca, mas o congressista escapou ileso.
Um vídeo do evento em Perinton, publicado na rede social Twitter, mostra um homem a subir ao palco e a agarrar o braço de Lee Zeldin, antes de ambos caírem no chão, com vários membros da campanha a intervirem.
Here is video of the attack involving Rep. Zeldin from witness Cody Crippen pic.twitter.com/Ur1CfpkdsS
- Nick Reisman (@NickReisman) July 22, 2022
O atacante foi detido e o congressista continuou o discurso.
Na rede social Twitter, Lee Zeldin disse estar "grato" por conseguido agarrar o pulso do atacante a tempo evitando que ele o atingisse no pescoço e agradeceu aos que "no local saltaram rapidamente" para o palco e o detiveram.
Acrescentou ainda que "os resultados políticos devem ser alcançados nas urnas, e não no palco em eventos de campanha que tentam atacar violentamente os candidatos com os quais não concordam".
Political scores should be settled at the ballot box, not on stage at campaign events trying to violently attack candidates you disagree with. This is not ok. This is the United States of America. This is the greatest country in the history of the world.
- Lee Zeldin (@RepLeeZeldin) July 22, 2022
Zeldin disputa, em novembro, o cargo com a atual governadora, a democrata Kathy Hochul.
O presidente do Partido Republicano de Nova Iorque, Nick Langworthy, disse à agência de notícias Associated Press que não tinha quaisquer detalhes sobre o atacante ou a sua arma, mas trocou depois mensagens de texto com Zeldin enquanto o congressista falava à polícia. Langworthy disse que Zeldin tinha "apenas um pequeno arranhão".
Kathy Hochul, em comunicado, condenou o ataque e disse estar "aliviada por saber que o congressista Zeldin não foi ferido e que o suspeito está sob custódia".
Zeldin, um tenente-coronel na reserva, tem representado o leste de Long Island no Congresso desde 2015, é um apoiante do ex-presidente Donald Trump e esteve entre os republicanos no Congresso que votaram contra a certificação dos resultados das eleições de 2020.
