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Investigadores e cientistas portugueses sentem-se obrigados a emigrar

Investigadores e cientistas portugueses sentem-se obrigados a emigrar

Cientistas e investigadores em Portugal consideram que o emprego científico não é valorizado no país face a outros, a grande maioria vive na precariedade, o que leva a que quase todos só perspetivem um futuro no estrangeiro. Os dados são as conclusões de um inquérito online colocado a 300 investigadores, no mês de maio, pela Associação Nacional de Bioquímicos (ANBIOQ).

A quase totalidade dos inquiridos (94,6%) defende que o emprego científico não é valorizado em Portugal e 70% declararam sentir-se numa situação muito precária em termos laborais, um sentimento reportado até por aqueles que têm contrato de trabalho, num universo em que o vínculo costuma ser uma bolsa de investigação, que não garante direitos sociais, estabilidade ou perspetivas, de futuro, de acordo com os testemunhos que acompanham os resultados.

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