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Nova Iorque impede advogado de Trump de exercer

Nova Iorque impede advogado de Trump de exercer

O advogado do antigo presidente dos Estados Unidos Donald Trump e antigo autarca de Nova Iorque, Rudy Giuliani, foi impedido de exercer funções de advocacia, por causa de falsas declarações feitas depois das presidenciais de novembro de 2020.

A decisão, anunciada quinta-feira pelo Supremo Tribunal do estado de Nova Iorque, está baseada nas declarações proferidas por Giuliani depois de declarada a vitória do democrata Joe Biden no sufrágio.

O antigo autarca de Nova Iorque foi uma das principais figuras das acusações infundadas de fraude eleitoral, que tinham como objetivo descredibilizar os resultados e tentar reverter a derrota de Trump.

Rudy Giuliani, de 77 anos, debateu-se em vários estados norte-americanos pela reversão da votação e descredibilização do sistema eleitoral. Contudo, todas as ações interpostas falharam.

Entre as principais ações interpostas estão as tentativas de recontagem dos votos na Geórgia e no Arizona, dois estados que "viraram" em favor dos democratas e cujo resultado foi decisivo na vitória de Biden.

A decisão do tribunal explicitou que "as falsas declarações têm como objetivo minar a confiança" nas eleições e "no Governo em geral".

No caso de Giuliani, advogado, "mancham a reputação de toda a profissão".

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No final da decisão judicial também está uma referência à invasão ao Capitólio, em 6 de janeiro, já que o tribunal considerou que houve uma "extensão do prejuízo que pode ocorrer quando o público é enganado por informações falsas".

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