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Primeiro-ministro grego pede rapidez na investigação a assassínio de jornalista

Primeiro-ministro grego pede rapidez na investigação a assassínio de jornalista

O primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, pediu, este sábado, ao titular da Proteção Civil, Mijalis Jrisojoidis, que se acelere a investigação sobre o assassínio a tiro do jornalista Yorgos Karaivaz.

Segundo órgãos de comunicação locais, a polícia acredita que provavelmente se tratou de uma execução levada a cabo por assassinos a soldo e praticamente afastou o móbil da intimidação ou do ataque a Karaivaz para lançar uma mensagem.

O jornalista, que trabalhava para a televisão privada Star e outros órgãos gregos e era especialista em informação criminal, foi atingido com cinco a seis tiros, a maioria nas costas, no peito e na cabeça.

No local do homicídio foram encontrados 15 cartuchos.

Karaivaz caiu morto na calçada, junto ao carro que acabara de estacionar. Segundo relatos de testemunhas, foi atacado por dois homens que chegaram de mota e levavam a cara tapada.

De acordo com os testemunhos, o passageiro foi quem desceu do veículo e matou a tiro Karaivaz, ontem.

Apesar de ainda não estar concluída a autópsia, os media obtiveram a informação de que a arma usada, uma pistola 9 mm, não tinha sido utilizada antes noutros crimes.

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A polícia assegura que a vítima nunca tinha manifestado estar sujeita a ameaças, nem apresentado um pedido de custódia policial.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, e o presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, condenaram a morte do jornalista e pediram à Justiça que investigue urgentemente este crime.

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